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A coreo(grafia) que Aline Bei cria para esse livro tem um ritmo tão envolvente que se tornou impossível parar de ler – ou dançar – suas páginas. Palavras em tamanhos diferentes e espaçamentos sem padrão algum, é um convite para acompanhar os movimentos ambivalentes de Júlia na busca por uma c(asa), ou corpo-lugar. Passinho por passinho, entre a dor e o alívio e uma voltinha na culpa, Júlia vai se afastando do “habitar” em direção ao “voar”, dançando (do jeito que dá) a coreô de seu próprio desejo.

“eu só queria continuar tentando
e continuar
tentando
já que o exercício
da Busca
me proporcionava o lugar mais acolhedor que eu tinha habitado até ali.”

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